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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Teatro Municipal de Ilhéus Completa 79 anos de História e 25 de Reforma!

Neste mês de julho o Teatro Municipal completa 79 anos de história e 25 de reforma. Considerado um dos teatros mais importantes do interior, do norte-nordeste do Brasil –, mostra para o público regional uma programação especial. Dia 10, a partir das 19 horas, o balé afro Dilazenze apresenta o espetáculo “África Brasil”. Na programação constam shows também com artistas regionais, entre outros inúmeros espetáculos. 
 A Fundação Cultural de Ilhéus também pretende homenagear algumas personalidades que impulsionaram o movimento cultural do município. Maurício Corso lembrou que aos poucos, o Teatro Municipal de Ilhéus volta a atrair grandes nomes da cultura brasileira voltaram a incluir Ilhéus em suas turnês.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

OS NOSSOS PERSONAGENS 1

O Saci-Pererê é uma lenda do folclore brasileiro e originou-se entre as tribos indígenas do sul do Brasil.
O saci possui apenas uma perna, usa um gorro vermelho e sempre está com um cachimbo na boca. Inicialmente, o saci era retratado como um curumim endiabrado, com duas pernas, cor morena, além de possuir um rabo típico.
Com a influência da mitologia africana, o saci se transformou em um negrinho que perdeu a perna lutando capoeira, além disso, herdou o pito, uma espécie de cachimbo e ganhou da mitologia européia, um gorrinho vermelho. A principal característica do saci é a travessura, muito brincalhão ele se diverte com os animais e com as pessoas, muito moleque ele acaba causando transtornos como: fazer o feijão queimar, esconder objetos, jogar os dedais das costureiras em buracos e etc.
Segundo a lenda, o Saci está nos redemoinhos de vento e pode ser capturado jogando uma peneira sobre os redemoinhos. Após a captura, deve-se retirar o capuz da criatura para garantir sua obediência e prendê-lo em uma garrafa. Diz também a lenda, que os Sacis nascem em brotos de bambus, nestes eles vivem sete anos e após esse tempo, vivem mais setenta e sete para atentar a vida dos humanos e animais, depois morrem e viram um cogumelo venenoso ou uma orelha de pau.
A Caipora é uma entidade da mitologia tupi-guarani. A palavra “caipora” do tupi caapora quer dizer "habitante do mato".[1]
No folcore brasileiro, é representada como um pequeno índio de pele escura, ágil, nu, que fuma um cachimbo e gosta de cachaça. caipora Habitante das florestas, reina sobre todos os animais e destrói os caçadores que não cumprem o acordo de caça feito com ele. Seu corpo é todo coberto por pelos. Ele vive montado numa espécie de porco-do-mato e carrega uma vara. Aparentado do Curupira, protege os animais da floresta. Os índios acreditavam que o Caipora temesse a claridade, por isso protegiam-se dele andando com tições acesos durante a noite.
No imaginário popular em diferentes regiões do País, a figura do caipora está intimamente associada à vida da floresta. Ele é o guardião da vida animal. Apronta toda sorte de ciladas para o caçador, sobretudo aquele que abate animais além de suas necessidades. Afugenta as presas, espanca os cães farejadores, e desorienta o caçador simulando os ruídos dos animais da mata. Assobia, estala os galhos e assim dá falsas pistas fazendo com que ele se perca no meio do mato. Mas, de acordo com a crença popular. é sobretudo nas sextas-feiras, nos domingos e dias santos, quando não se deve sair para a caça, que a sua atividade se intensifica. Mas há um meio de driblá-lo. O Caipora aprecia o fumo. Assim, reza o costume que, antes de sair numa noite de quinta-feira para caçar no mato, deve-se deixar fumo de corda no tronco de uma árvore e dizer: "Toma, Caipora, deixa eu ir embora". A boa sorte de um caçador é atribuída também aos presentes que ele oferece. Assim, por sua vez, os homens encontram um meio de conseguir seduzir esse ente fantástico. Mas fracasso na empreitada é atribuído aos ardis da entidade. No sertão do Nordeste, também é comum dizer que alguém está com o Caipora quando atravessa uma fase de empreendimentos mal sucedidos, e de infelicidade.
Há muitas maneiras de descrever a figura que amedronta os homens e que, parece, coloca freios em seus apetites descontrolados pelos animais. Pode ser um pequeno caboclo, com um olho no meio da testa, cocho e que atravessa a mata montado num porco selvagem; um índio de baixa estatura, ágil; um homem peludo, com vasta cabeleira.
Segundo o folclorista Luís da Câmara Cascudo, "ser caipora é o mesmo que ter azar, ter sorte madrasta, ser perseguido pelo destino (...). Nas lendas tupis, o caapora é representado ora como uma figura de um pé só, à maneira do saci, ora com os pés virados para trás, simbolizando por isso, como diz João Ribeiro, 'a pessoa que chega tarde e nada alcança'".[1]
Jaci é uma deusa indígena, representada pela lua. Os índios fazem festas, dançam e cantam para ela.
O ESPÍRITO DA NATUREZA - Tudo o que está sobre a Terra e dentro dela, todas as formas vegetais e animais, nossos corpos, nossos cérebros são formados de materiais que foram tirados dessas profundezas do espaço que nos cerca por todos os lados. Os herméticos, e posteriormente os rosacruzes, afirmam que todas as coisas visíveis e invisíveis foram produzidas pela disputa entre a luz e a escuridão, e que toda partícula de matéria contém em si mesma uma centelha de essência divina – ou luz, espírito – que, por meio da sua tendência a se libertar dos seus obstáculos e retornar à fonte central, produziu movimento nas partículas e, do movimento, formas. Assim, todos os minerais, nessa centelha de luz, têm a possibilidade rudimentar das plantas e dos organismos que crescem. Todas as plantas têm sensações rudimentares que podem capacitá-las a se aperfeiçoarem e se transformarem em novas criaturas locomotoras, de grau mais ou menos elevado e de funções mais nobres ou mais banais. Da mesma forma, todas as plantas e toda vegetação podem passar em estradas mais ilustres, por assim dizer, de avanço independente, mais completo, deixando que a sua centelha original se expanda e brilhe com uma força mais elevada e mais vívida.

OS NOSSOS PERSONAGENS

Julhinho O irmão querido de Clarinha. Tem 10 anos, mora e estuda na cidade e o que mais gosta no mundo é passar as férias no sítio da vovó. Adora também café com bolinho de frigideira preparados pela Tia Zazá. É um menino de grande coragem. Não tem mesmo medo de nada, a não ser de onça.

Clarinha Seu nome verdadeiro é Ana Clara Silva, ela mora com sua avó, e com sua Tia Zazá no
Sítio . Também tem um irmão que mora na cidade, o Julhinho e ambos vem passar as férias no sítio da avó. Juntos fazem grandes planos, travessuras e brincadeiras.

O Curupira é uma figura do
folclore brasileiro. Ele é uma entidade das matas, um anão de cabelos compridos e vermelhos, cuja característica principal são os pés virados para trás.
É um mito antigo no Brasil, já citado por
José de Anchieta, em 1560. Protege a floresta e os animais, espantando os caçadores que não respeitam as leis da natureza, ou seja, que não respeitam o período de procriação e amamentação dos animais e que também caçam além do necessário para a sua sobrevivência e lenhadores que fazem derrubada de árvores de forma predatória.
O Curupira solta assovios agudos para assustar e confundir caçadores e lenhadores, além de criar ilusões, até que os malfeitores se percam ou enlouqueçam, no meio da mata. Seus pés virados para trás servem para despistar os caçadores, que ao irem atrás das pegadas, vão na direção errada. Para que isso não aconteça, caçadores e lenhadores costumam suborná-lo com iguarias deixadas em lugares estratégicos. O Curupira, distraído com tais oferendas, esquece-se de suas artes e deixa de dar suas pistas falsas e chamados enganosos.
Sendo mito difundido no Brasil inteiro, suas características variam bastante. Em algumas versões das histórias, o Curupira possui pêlos vermelhos e
dentes verdes. Em outras versões tem enormes orelhas ou é totalmente calvo. Pode ou não portar um machado e em uma versão chega ser feito do casco de jabuti.

Iara antes de ser sereia era uma índia guerreira, a melhor de sua tribo. Seus irmãos ficaram com inveja de Iara pois só ela recebia elogios de seu pai que era pajé, e um dia eles resolveram tentar matá-la. De noite quando Iara estava dormindo seus irmãos entraram em sua cabana, só que como Iara tinha a audição aguçada os ouviu e teve que matá-los para se defender e, com medo de seu pai,ela fugiu. Seu pai propôs uma busca implacável por Iara. E conseguiram pegá-la; como punição Iara foi jogada bem no encontro do
rio Negro com Solimões. Os peixes a trouxeram à superfície e de noite a lua cheia a transformou em uma linda sereia, de longos cabelos e olhos verdes.

A Mula-Sem-Cabeça é uma lenda do folclore brasileiro, a sua origem é desconhecida, mas bastante evidenciada em todo Brasil. A mula é literalmente uma mula sem cabeça e que solta fogo pelo pescoço, local onde deveria estar sua cabeça, possui em seus cascos, ferraduras que são de prata ou de aço e apresentam coloração marrom ou preta. Segundo alguns pesquisadores, apesar de ter origem desconhecida, a lenda fez parte da cultura da população que vivia sobre o domínio da Igreja Católica. Segundo a lenda, qualquer mulher que namorasse um padre seria transformada em um monstro, desta forma as mulheres deveriam ver os padres como uma espécie de “santo” e não como homem, se cometessem qualquer pecado com o pensamento em um padre, acabariam se transformando em mula sem cabeça. Segundo a lenda, o encanto somente pode ser quebrado se alguém tirar o freio de ferro que a mula sem cabeça carrega, assim surgirá uma mulher arrependida pelos seus “pecados”.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

ESTREOU O REPOUSO DO ADONIS!!!

Aqui os Personagens, Sevé(André Araújo) e Glória (Paulo Henrique), em uma das Cenas Ilariantes do Espetáculo "Repouso do Adonis"


Após 04 anos desde a sua última apresentação, o Espetáculo *Repouso do Adonis, voltou com força total ao Palco do Teatro Municipal de Ilhéus, nesta segunda-feira(14/06), o público não se limitou a sorrir com as peripécias de: Sevé, Dadá, Prazeres, D. Violeta, Delegado Antão, Glória, D. Socorro, Cosme e uma turma de Funcionários da Loja de Material de Constução!

A Turma do Grupo de Teatro do Pranto ao Riso, também não se importou de dar vida a estes personagens, com uma destreza muito empolgante, deram vida a estes personagens, onde encantaram o público e honraram o nome do Pranto ao Riso, isto é, Eles chegam ao teatro chorando e saem sorrindo.

Mas se preparem pois em julho o Repouso do Adonis estará de volta, com mais força ainda, principalmente porque poderemos estar participando do V Festival Multi Arte em Itabuna. A todos que estiveram na estréia, esperamos contar também com o retorno de vocês! Obrigado pela presença!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

MOMENTOS DO GRUPO - Repouso do Adonis 2010










quinta-feira, 18 de março de 2010

GRUPO DE TEATRO DO PRANTO AO RISO - 10 ANOS


No dia 22 de setembro de 2000, nascia para a Cidade de Ilhéus e região, um grupo de teatro muito diferente dos outros que já existiram. Onde se preocuparia mais com o cidadão do que outras particularidades das pessoas, por isso nós começamos o nosso trabalho com alunos da Rede Publica e particular do nosso município. Por isso vai aqui mais uma vez os nossos sinceros agradecimentos a todos os Diretores que liberaram ou liberam alguns minutinhos para que pudessemos dar aqueles avisos, aos professores que deixavam "atrapalhar" as aulas, mas também, temos de agradecer aqueles que as vezes nos barravam e nós tinham que ir embora sem dizer nada, esses nos encentivavam a ir nos outros com muito mais força de vontade. E de um modo especial a todos os alunos que atendiam o nosso convite, E acima de tudo a Deus, que a cada momento de desiluzão, nos dava forças para continuarmos a nossa luta.

Mais vamos falar um pouquinho sobre esses dez anos: Engana-se, quem pensa que o Grupo só existe durante este período, na realidade antes tivemos três maravilhosos nomes para em 2000 colocarmos o nome que nos acompanha até hoje: Grupo Teatral Sangria; Grupo de Teatro Comédia da Arte e Grupo Teatral Apocalypse; somados todos dá mais ou menos uns treze anos. Mas o que nos importa mesmo é deixar aqui registrado como tudo começou, E aí temos de agradecer a todos aqueles que nos acompanharam e nos apoiaram lá no início: Por exemplo o antigo presidente da Casa dos Artístas e empresário Bruno Shusmara que na época nos cedeu o espaço e ao atual presidente da casa Romualdo Lisboa. Agradecer a todos os Atores que confiaram e continuam confiando no nosso trabalho e como já salientei antes, acima de todos a Deus Criador. Obrigado a todos!


Paulo Costa

Diretor.

quinta-feira, 11 de março de 2010

PREPARAÇÃO DO ATOR - Segundo Stanislavski



Em um dos capítulos do seu livro a preparação do ator, Stanislavski
classifica atuação e as várias formas que um ator pode interpretar.
Para darmos início ele declara que viver
um papel é ser coerente,lógico,sentir e agir de acordo com o papel
proposto. O objetivo principal é criar uma vida interior do espírito
humano e ao mesmo tempo dar expressão em forma de arte.Para chegar a esse objetivo alguns passos tem que ser dados pelo ator:
1) Planejar o papel conscientemente: Estudar tudo o que acontece na vida da personagem (onde ele vive, pensa, o contexto de sua época, etc.)
2) Atuar com veracidade: Agir de acordo como foi estudado.
Existem outras formas incorretas que segundo o autor um ator pode interpretar:
1) Atuação forçada: São momentos isolados de atuação.Segundo Stanislavski acontecem "Grandes vôos".
2) A arte da representação:
Pode ser confundido com a verdadeira representação. O que acontece é
que um ator consegue viver um papel, mas logo se torna uma fase
inicial. Quem está atuando repete a mesma atuação inúmeras vezes
tornando assim uma cópia do real.
3)Atuação mecânica: Não há lugar para processos naturais e vivos. Quem atua desse modo se baseia em clichês e emoções falsas.
4)Atuação exagerada: Muito
parecida com a mecânica. A grande diferença se identifica que na
mecânica se usa estereótipos elaborados, feitos. Já na exagerada essas
convenções são usadas a esmo, sem nenhum critério.
5) Exploração da arte: Talvez a pior delas. Quem se utiliza disso usa apenas para o próprio benefício e nunca para o bem da arte.
Para se atuar verdadeiramente alguns passos são dados pelo autor:
* Evitar as maneiras incorretas e estudar os fundamentos para viver o papel.
*Não repetir o erro.
*Nunca representar algo que não sentiu intimamente ou que não interessa.

Pesquisa no SITE: http://pt.shvoong.com/humanities/203394-prepara%C3%A7%C3%A3o-ator/

quarta-feira, 10 de março de 2010

A EXPRESSÃO QUEBRE A PERNA

A origem da expressão "quebre a perna" (break a leg) não é totalmente certa.
Alguns falam que a origem vem do 1865, quando John Wilkes Booth, o assassino do presidente Lincoln, que era ator, na tentativa de matar o presidente Lincoln durante uma peça, pulando quebrou uma perna.
Outra versão é que o significado esteja ligado ao sentido de "perna" (leg), que se refere à parte lateral do palco onde ficam as cortinas.
Nesse sentido, o significado é a expectativa que os aplausos do público sejam tantos e tão fragorosos que levem o teatro abaixo.
Mas a origem na minha opinião mais provavel e sempre ligada ao significado de "leg" (que é exatamente a corda que levanta e baixa as cortinas) é que as cortinas sejam levantadas e abaixadas tantas vezes para os atores receberem os aplausos, que a corda (leg) acabe se quebrando.

MERDA AO INVÉS DE SORTE

A Origem da Expressão "Merda" no Teatro

A origem da expressão “merda” do teatro
Quem vive no mundo do teatro, dificilmente não fala merda antes de entrar no palco. O que muitos não sabem, sejam aqueles que utilizam a expressão ou aqueles que por ventura as ouvem, é que desconhecem a origem da expressão.
Esta expressão que pode ser considerada um mantra, uma espécie de ritual usado pelos atores antes de suas apresentações tem origem francesa.
Mas antes de contar como surgiu esta expressão, torna-se necessário falar um pouco destes desavergonhados, que não tem medo de colocar uma roupa feia ou pintar a cara, que não tem preconceito em expor um papel interpretando outro sexo ou até mesmo, mostrar um outro lado que existe em algumas pessoas, mas que estas têm vergonha de assumir por conta de uma sociedade ainda preconceituosa.
O ator interpreta no palco aquilo que nós queremos fazer na vida, mas temos vergonha. O que no dia a dia é um absurdo, no palco é natural, cômico. Atuar é a arte de viver em um mundo onde tudo pode.
A expressão “merda” usada no teatro surgiu na França. Um ator iria apresentar a peça mais importante de sua vida, estava nervosíssimo, pois na platéia estariam os mais importantes críticos da cidade. No percurso de sua casa ao teatro encontrou muitos obstáculos. Primeiro, deparou-se com um incêndio, teve que desviar e acabou se perdendo. Como quem tem “boca vai a Roma”, conseguiu chegar ao teatro. Na porta do teatro para completar suas asneiras, pisou em um cocô. Entrou, atuou e saiu muito feliz com a melhor atuação de sua vida.
Assim, a expressão “merda” tem o mesmo significado de boa sorte e é sempre usada antes das apresentações. Lembrando que, nunca se deve agradecer com obrigado ou de nada quando alguém lhe desejar “merda”, deve responder apenas “merda” ou ficar calado.
Portanto, merda a todos.

sábado, 30 de janeiro de 2010

O Grupo de 2009









Fizemos duas apresentações do Espetáculo "O Boi e o Burro no Caminho de Belem" em 2009, pois logo em seguida infelizmente o pessoal por motivo de força maior, acabou desistindo. Agradecemos a cada um deles pela presença. As fotos acima revela um pouquinho quem foram essas pessoas!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Reabertura Também é Cultura

Teatro Municipal de Ilhéus, teve a sua reabertura ontem(3 de abril) com show Classe A, e totalmente reformado.

Após 03 meses fechados, para reformas em toda a sua estrutura, foi reaberto ontem, às 20h00, com uma programação cultural de grande valor, incluindo o "Balé do Teatro Castro Alves", de Salvador! Estavam presentes, além do Prefeito Nilton Lima e o Presidente da Fundação Cultural de Ilhéus Maurício Corso; o Secretário de Cultura do Estado Márcio Meirellis; Vereadores e demais autoridades, além é claro da participação de artístas locais.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Alguns dos Atores no decorreer desses dez anos

Muitos atores e atrizes passaram por este mar chamado Grupo de Teatro do Pranto ao Riso, porem nem toodos seguiram, mas é assim mesmo. Porém vamos destacar alguns, nos quais temos conhecimento de sua existencia:
Adriano Cajaíba Alane Santos Alexsandro Silva

André Silva Andreza Bruna Gama

Bruna Ohana Carine Carmo Carla

Carla Filgueiras Dayane Santos Mateus


Dayane Guimarães Edla Junior

Fernanda Aguiar Lorena

Guilherme Bruno

Iury Jorge

Jéssica Aragão Larissa Sobral

Flávia Santos Jéssica

segunda-feira, 9 de março de 2009

O Diretor e Criador do Grupo


Paulo Costa

Nascido aos vinte e oito dias do mês de fevereiro no ano de mil novecentos e sessenta e nove, na cidade de Ilhéus, uma pequena cidade do sul da Bahia, onde residiu até os primeiros dez anos, cursei até a segunda série primária, no Grupo Escolar Antônio Sá Pereira - hoje, Colégio Estadual Antônio Sá Pereira. Dos dez até os vinte anos de idade, residi na cidade de Vitória, capital do Espírito Santo, onde cursei da Terceira série primária, até a oitava ginasial. Parei meus estudos durante sete anos aproximadamente; aos vinte e seis residindo na minha cidade de origem conclui meu segundo grau.
Aos catorze anos, ainda residindo na cidade de Vitória, fiz a minha primeira Oficina de Teatro, não me lembro o nome, pois o mesmo não me deu tanto apoio, por isso também não levei muito a sério e desisti. Em 1993, ou seja, aos vinte e quatro anos de idade, fiquei sabendo que um certo Pawlo Cidade iniciara uma Oficina de Teatro no auditório de uma escola (Instituto Municipal de Ensino - Eusínio Lavigne), me empolguei tanto com a idéia que resolvi pedir-lhe uma oportunidade, imaginei que seria necessário implorar, porém não foi. Seu nome mesmo é: João Paulo Couto Santos, formado em Pedagogia, pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), o mesmo também é: Diretor; Autor e Ator de Teatro. Continuo ainda fazendo alguns trabalhos com ele, porém as Oficinas só de vez em quando.
Em janeiro de 1995, durante uma semana, participei da Oficina de Preparação do Ator com o Diretor Graça Veloso de Brasília - DF, que estivera apresentando um Espetáculo aqui na Cidade. Após esta semana houve uma outra oficina com Pawlo Cidade, mas também com o acompanhamento da Profa de Dança Bianca Lavigne, onde tivemos também aulas de Expressão Corporal. No período de 07 a 11 de agosto do ano corrente, participei com a Profa Eliene Santos Dinis, de um Curso de Literatura de Cordel, o curso foi oferecido pela Fundação Cultural de Ilhéus em convênio com a Fundação do Estado da Bahia.O Projeto Ciranda do Teatro em 1998, também coordenado por Pawlo Cidade e organizado pela Secretaria Municipal de Educação, teve uma duração de 03 meses, no total de 48 horas/aula. Todas as Oficinas tiveram seu encerramento com Apresentações no Teatro Municipal de Ilhéus. Em 1999, ministrei uma Oficina de Teatro com um reles apoio da Secretaria Municipal de Educação, com participação final de 20 alunos. A conclusão do curso foi uma Apresentação do Espetáculo a Vaca Sagrada, da Autoria de Pawlo Cidade; 01 ano mais tarde nasceria o Grupo de Teatro do Pranto ao Riso!

*Atualmente estou sendo o Assistente de Direção do Espetáculo Cangaço que estréia no dia 09 de abril de 2009, no Teatro Municipal de Ilhéus.*

sexta-feira, 6 de março de 2009

Os Grandes Autores do Grupo

Como já disse antes, fizemos algumas apresentações, só que de todos os textos, apenas um foi de minha autoria: Hurra! Hurra! Picapau Amarelo, na verdade uma adaptação do Livro Caçadas de Pedrinho, que do grande Monteiro Lobato. Os outros textos foram: Tem Folclore na Floresta (Paulo Sacaldassy) A Mulher da Lingua Grande e o Pedreiro Lobisomem e A Vaca Sagrada (Pawlo Cidade) Repouso do Adonis (Paulo Jorge Dumaresq) O Boi e o Burro no Caminho de Belem e A Bruxinha que era Boa (Maria Clara Machado) Temos algumas fotos aqui destes grandes autores... Um Grande abraço. a todos que nos fizerem uma visitinha.

Maria Clara Machado (A Bruxinha que era Boa / O Boi e o Burro no Caminho de Belem)

Paulo Sacaldassy (Tem Folclore na Floresta)

Paulo Jorge Dumaresq (Repouso do Adonis)


Pawlo Cidade (A Vaca Sagrada / A Mulher da Lingua Grande e o Pedreiro Lobisomem)